O dólar comercial fechou a semana em alta de 1,52% e acumula valorização de 25,71% no ano. A moeda, apesar da contração ante o real nesta sessão, disparou ontem e atingiu a máxima desde a criação do Plano Real aos R$4,20 durante o pregão, mas retornou aos R$4,19 no fechamento.

Já nesta sexta-feira, depois do exagero da sessão anterior, a moeda voltou para o negativo. A especulação, segundo analistas, segue com o quadro político instável do Brasil.

No cenário externo, depois da fraqueza na semana, a divisa ajustou na bolsa de Nova York e ganhou força com novas falas do presidente Donald Trump contra a China na batalha comercial.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou em queda de 0,69% aos R$4,166 na compra e R$4,166 para a venda. O dólar turismo ficou em queda de 1,14% aos R$4,000 para a compra e R$4,330 para a venda.

Demais moedas

O euro ficou em queda de 1,50% a R$4,844 para a compra e também para a venda; a libra ficou em queda de 1,28% a R$5,445 para a compra e R$%,447 para a venda; e o peso argentino ficou em queda de 1,39% a R$0,103 na compra e R$0,106 na venda.

O Banco Central realizou leilão de 10,9 mil contratos em swap cambial tradicional, que equivale a venda de dólares no mercado futuro, para rolagem com vencimento para 01 de outubro.

Cenário externo

O índice DXY, que mede o comportamento da moeda com mais seis na bolsa de Nova York, seguia em alta de 0,45% a 94,96. A recuperação do índice se deu com, depois da sequência no vermelho, com um ajuste.

Os dados econômicos apresentados hoje, acima do esperado e alguns em linha, foram ofuscados novamente com o presidente Donald Trump voltando a afirmar que seguirá com as tarifas comerciais em torno dos US$200 bilhões contra produtos chineses.

Fonte: último Intante

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