Uma eventual guerra comercial após a taxação de importação de aço e alumínio pelos EUA preocupa investidores.

 

O dólar fechou em alta frente ao real nesta quinta-feira (8), ainda sintonizado com o comportamento da moeda no exterior, e diante da cautela dos investidores com a possibilidade de guerra comercial com os planos do governo dos Estados Unidos de taxar importações de aço e alumínio, destaca a Reuters.

O dólar avançou 0,52%, a R$ 3,2613 na venda, na segunda alta consecutiva. Na véspera, a moeda norte-americana avançou 1,1%, vendida a R$ 3,2444.

Na quarta-feira, a Casa Branca anunciou que importantes parceiros comerciais, como México e Canadá, devem ficar de fora da regra de taxação sobre o aço e alumínio.

Nesta quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que terá reunião nesta tarde para discutir a taxação e afirmou que considera adotar regras flexíveis para “países específicos” na taxação de 25% nas importações do aço e 10% nas importações do alumínio. Ele sugeriu também que a Austrália, junto de México e Canadá, podem ficar isentos da cobrança.

No exterior, o dólar exibia leves oscilações ante uma cesta de moedas, perdendo força após a divulgação da decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).

A autoridade do bloco europeu reafirmou a sua política monetária ultrafrouxa, mas retirou a promessa de aumentar as compras de títulos se necessário, dando outro pequeno passo em direção a reduzir suas extraordinárias medidas de estímulo, ainda de acordo com a Reuters.

O Banco Central brasileiro não anunciou intervenção para o mercado cambial nesta quinta-feira, por enquanto. Em abril, vencem 9,029 bilhões em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda de dólares no mercado futuro.

Fonte: G1

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