Empresário é investigado na Lava Jato pelo pagamento de propina a ex-diretores da Petrobras. No início do mês, tribunal português concedeu liberdade a Schmidt.

 

A Advocacia Geral da União (AGU) informou nesta sexta-feira (11) ter apresentado à Justiça de Portugal manifestação em defesa da extradição do empresário Raul Schmidt para o Brasil.

Considerado foragido pela Justiça, Schmidt é investigado na Operação Lava Jato pelo pagamento de propina aos ex-diretores da Petrobras Renato de Souza Duque, Nestor Cerveró e Jorge Luiz Zelada.

Considerado foragido pela Justiça, Schmidt é investigado na Operação Lava Jato pelo pagamento de propina aos ex-diretores da Petrobras Renato de Souza Duque, Nestor Cerveró e Jorge Luiz Zelada.

Na manifestação entregue à Justiça de Portugal, avalizada pelo Ministério da Justiça, a AGU diz que um habeas corpus concedido ao brasileiro não impede sua extradição.

“Uma decisão de recusa de entrega do extraditado, além de violação da Constituição e da legalidade democrática configuraria uma violação do Estado de Direito e dos princípios da estabilidade”, diz o texto.

O processo de extradição de Schmidt tem se alongado em razão de sua cidadania portuguesa, obtida em 2011. Ele foi preso em Portugal em 2016, mas fez acordo para responder ao processo de extradição em liberdade.

Além de atuar como operador financeiro no pagamento de propinas aos agentes públicos da Petrobras, o luso-brasileiro também aparece como preposto de empresas internacionais na obtenção de contratos de exploração de plataformas da Petrobras.

Na 13ª Vara Federal da Justiça Federal, em Curitiba, há dois processos contra Schmidt por corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As duas ações penais aguardam o resultado do processo de extradição.

Fonte: G1

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