Foto: Mohamad Torokman

Porta-voz do grupo que controla os territórios palestinos falou à imprensa local. Para Israel, Hamas usa protestos para esconder atos terroristas

 

O grupo islâmico Hamas, que controla os territórios da Palestina, confirmou que 50 de seus membros estão entre os mortos no grave confronto com forças de Israel na fronteira de Gaza, na segunda-feira (14). A informação foi divulgada pelo jornal Jerusalem Post.

As autoridades médicas da Palestina contabilizaram 60 mortes decorrentes dos confrontos na faixa de Gaza, detonados pela abertura da Embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém. Outros 2.200 pessoas foram feridas por armas de fogo. Além disto, muitos sofreram intoxicação por gás lacrimogênio. Um bebê de 8 meses morreu em função da inalação do gás.

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Em post no Twitter, o IDF (Forças de Defesa Israelenses, na sigla em inglês) afirma que as declarações do porta-voz do Hamas, Salah Al-Bardawil, sobre as mortes de seus membros “são claras a respeito da participação de terroristas nos protestos”.

IDF

@IDFSpokesperson

Hamas official, Dr. Salah Al-Bardawil is clear about terrorist involvement in the riots

De acordo com o IDF, cerca de 40 mil pessoas participaram de protestos em 13 diferentes pontos da cerca que divide os territórios da Palestina e de Israel em Gaza.

Israel acusa o Hamas de usar os protestos como um disfarce para cometer atos terroristas.

Fonte: R7

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