Lucro líquido do banco atingiu os R$ 2,064 bilhões no primeiro trimestre do ano

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 2,064 bilhões no primeiro trimestre, salto de 453,4% sobre os R$ 373 milhões dos três primeiros meses de 2017. O avanço se deveu à reversão nas provisões para risco de crédito.

No primeiro trimestre do ano passado, o banco de fomento registrou despesa de R$ 3,316 bilhões com as provisões, mas neste ano foi possível retirar R$ 361 milhões do valor separado para lidar com calotes.

Segundo o superintendente da Área de Integridade, Controladoria e Riscos do BNDES, Maurício Chacur, o provisionamento caiu porque há expectativa de melhora na economia com o fim da recessão. “As empresas com melhor saúde financeira”, disse o executivo.

A inadimplência de até 30 dias do BNDES subiu de 2,12%, no fim do quarto trimestre, para 2,24% no encerramento do primeiro trimestre, mas o movimento foi puxado pelo Estado do Rio, que firmou o plano de recuperação fiscal com o governo federal e deixou de pagar suas dívidas com a União ou garantidas pelo Tesouro.

As dívidas do Estado do Rio com o BNDES têm garantia do Tesouro. Nas contas do BNDES, a inadimplência até 30 dias cairia para 0 98% se a inadimplência do governo fluminense fosse desconsiderada.

O ativo total ficou em R$ 860,114 bilhões, ante R$ 867,517 bilhões no encerramento do ano passado. O Índice de Basileia, que mede a capacidade do banco emprestar em relação a seu capital, ficou em 30,1%, ante 27,5% no exercício anterior.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 2,064 bilhões no primeiro trimestre, salto de 453,4% sobre os R$ 373 milhões dos três primeiros meses de 2017. O avanço se deveu à reversão nas provisões para risco de crédito.

No primeiro trimestre do ano passado, o banco de fomento registrou despesa de R$ 3,316 bilhões com as provisões, mas neste ano foi possível retirar R$ 361 milhões do valor separado para lidar com calotes.

Segundo o superintendente da Área de Integridade, Controladoria e Riscos do BNDES, Maurício Chacur, o provisionamento caiu porque há expectativa de melhora na economia com o fim da recessão. “As empresas com melhor saúde financeira”, disse o executivo.

A inadimplência de até 30 dias do BNDES subiu de 2,12%, no fim do quarto trimestre, para 2,24% no encerramento do primeiro trimestre, mas o movimento foi puxado pelo Estado do Rio, que firmou o plano de recuperação fiscal com o governo federal e deixou de pagar suas dívidas com a União ou garantidas pelo Tesouro.

As dívidas do Estado do Rio com o BNDES têm garantia do Tesouro. Nas contas do BNDES, a inadimplência até 30 dias cairia para 0 98% se a inadimplência do governo fluminense fosse desconsiderada.

O ativo total ficou em R$ 860,114 bilhões, ante R$ 867,517 bilhões no encerramento do ano passado. O Índice de Basileia, que mede a capacidade do banco emprestar em relação a seu capital, ficou em 30,1%, ante 27,5% no exercício anterior.

Fonte: Diário de Pernambuco

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