Conhecida como ‘bailarina das quadras’, ela morreu aos 78 anos na sexta-feira.

 

 

 

O corpo da tenista Maria Esther Bueno, considerada uma das mais importantes da história do esporte brasileiro e conhecida como “a bailarina das quadras”, está sendo velado neste sábado (9) no Salão Nobre do Palácio do Governo de São Paulo, sede do governo de São Paulo e localizado na capital paulista.

Ela estava internada em estado grave de saúde em decorrência de um câncer no lábio, descoberto em 2017, e morreu na noite de sexta-feira (8). O enterro será realizado às 16h no Cemitério da Consolação, no centro de São Paulo.

Participam do velório parentes e amigos da tenista, entre eles o sobrinho, Pedro Bueno, que acompanhou os últimos momentos e a luta dela contra o câncer.

“Foi difícil, mas ela sempre foi muito corajosa e enfrentou a doença como sempre enfrentou os desafios, e jogou tênis até o último momento, sem largar o esporte”, disse o sobrinho.

O tenista Fernando Meligeni, também presente ao velório, comentou a importância dela para a história do tênis brasileiro. “Ela é a pessoa mais importante que o tênis já teve, e queria viver, e viver bem até os últimos momentos”, disse o tenista.

Aos 78 anos, a ex-número 1 do mundo, estava internada há quase dois meses no Hospital 9 de Julho. Em 2017, detectou a doença e, quando se recuperava da radioterapia, voltou a sentir dores e novos exames apontaram que um novo câncer havia se espalhado pelo corpo.

Por opção da própria Maria Esther, a quimioterapia foi descartada e ela passou a ser tratada com imunoterapia. Ela estava lúcida, mas seu estado de saúde era considerado grave.

Maria Esther Bueno e o tênis

A paixão pelo esporte ela herdou dos pais, que amavam e praticavam o esporte no Clube de Regatas Tietê, que ficava em frente à casa onde moravam.

Foi no clube da Zona Norte que Maria Esther e Pedro, seu irmão mais velho, começaram a disputar as primeiras partidas de tênis e logo entraram para os campeonatos de alto nível.

Ela deixou muitos legados para o esporte brasileiro (clique aqui para ler a reportagem sobre a história de Maria Esther no tênis).

Maria Esther é vista durante partida no Brasil, em novembro de 1963 (Foto: Agência Estado/Arquivo)

Maria Esther é vista durante partida no Brasil, em novembro de 1963 (Foto: Agência Estado/Arquivo)

Fonte: G1

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