Mark Zuckerberg falou em uma entrevista à CNN sobre as recentes polêmicas envolvendo sua rede social e executivos

O fundador e presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, falou com a rede de TV norte-americana CNN, na última terça-feira (20), sobre os recentes escândalos envolvendo sua rede social e executivos da empresa.

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Em entrevista com a jornalista Laurie Segall, Zuckerberg falou sobre sua saída, a repercussão da matéria do New York Times e sobre a decisão de manter um post considerado discurso de ódio de Donald Trump.

Saída do cargo

Neste ano, a descoberta do vazamento de dados pessoais de 87 milhões de usuários pela Cambridge Analytica e a possibilidade de a rede social ter influenciado as eleições dos EUA e o plebiscito do Brexit, aumentaram a pressão para que Zuckerberg deixe a presidência do conselho administrativo da empresa.

O executivo afirmou que não haverá substituições na direção da empresa. Quando questionado sobre a própria saída da direção do Facebook, respondeu: “Esse não é plano”.

Sheryl Sandberg

A vice-presidente de operações, Sheryl Sandberg, foi alvo de críticas após uma reportagem investigativa do jornal The News York Times sobre a ação da Rússia na eleição dos EUA de 2016, por meio de perfis nas redes sociais.

Segundo a matéria, os funcionários do Facebook teriam primeiro ignorado e depois ocultado as informações sobre o uso da plataforma por outros países para influenciar a disputa presidencial entre Donald Trump e Hillary Clinton.

Zuckerberg defendeu Sheryl e afirmou que ela continuará trabalhando em sua empresa por muitos anos.

“Sheryl é uma parte muito importante desta empresa e está liderando muitos dos esforços para muitas das maiores questões que temos”, disse Zuckerberg à CNN. “Ela é uma parceira importante para mim há dez anos. Tenho muito orgulho do trabalho que fizemos juntos e espero que trabalhemos juntos por décadas a fio.”

Post de Trump

O executivo também falou sobre a decisão de não retirar do ar um post de Trump sobre a migração de muçulmanos, em 2015. O conteúdo foi interpretado como discurso de ódio, mas não foi retirado da plataforma.

A rede social teria brechas em seus termos de uso que permitiriam o comentário do republicano continuar na internet.

“Eu acho que é muito importante que as pessoas tenham a oportunidade de ouvir o que os líderes políticos estão dizendo” e concluiu “nós fizemos a coisa certa.”

Fonte: R7

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