Marcela tinha prometido almoçar com os pais, mas não apareceu. Caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. Familiares e amigos fazem campanha nas redes sociais.

A estudante e advogada Marcela de Souza Oliveira, de 26 anos, está desaparecida desde a última segunda-feira (27). A família conta que a jovem tem hábitos tranquilos e está fazendo uma campanha nas redes sociais para encontrá-la.

O namorado, William dos Santos, de 33 anos, contou que ela dormiu na casa dele no dia do sumiço. Ele mora em Tinguá, Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e saiu para trabalhar, por volta das 7h da manhã. Ela continuou dormindo, segundo ele. Marcela tinha prometido almoçar com os pais, mas não apareceu.

“Eu saí de casa com minha mãe, deixei um dinheiro para ela sair de casa de ônibus, porque ela estava sem dinheiro. Logo em seguida, quando cheguei do serviço, a mãe dela me mandou uma mensagem, dizendo que ela estava preocupada. A mãe e o pai chegaram a ir lá em casa, por volta das 9h, mas ela disse que ia ficar mais um pouco, ia dar comida para as cachorras e ia embora. Começamos a procurar, perguntar em delegacia, IML, hospital, mas até agora a gente não teve notícia nenhuma”, contou o namorado.

William e Marcela namoram há 10 meses. Ele contou que a relação deles é normal, que a jovem não saía muito de casa, não trabalhava e estudava para concursos públicos.

O caso foi registrado na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Os agentes conversaram com vizinhos, mas até agora não têm pistas sobre o que aconteceu.

“Eu não sei o que pode ter acontecido, porque a gente não tem noção. Como os vizinhos, ninguém viu, ninguém sabe. Ela é loira, da minha altura, magrinha. Onde ela passasse iam ver. Ela chama atenção. Ela é bonita. Ninguém ver é o que mais espanta a gente. É desesperador. A gente fica pensando em tudo ao mesmo tempo, fica impotente porque não consegue fazer nada”, contou.

O namorado e amigos estão usando as redes sociais em busca de notícias. “Estamos fazendo apelo nas redes sociais. Meus amigos fazendo apelo. É o que a gente está podendo fazer. E indo em delegacia, hospital, IML, para ver se alguém deu entrada pra gente saber”, disse William. Fonte: G1

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