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Temer assina ordem de serviço de R$ 54 milhões para conclusão de obra

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Foto: Reprodução/Internet/Bcn

Obra estava parada há 11 anos e compreende 2.450 mil hectares de produção de fruticultura orgânica. A expectativa do governo é gerar 17 mil empregos com a nova etapa.

 

O presidente Michel Temer esteve na tarde desta sexta-feira (3) em Parnaíba, Litoral do Piauí, onde assinou a ordem de serviço da segunda etapa do perímetro irrigado Tabuleiros Litorâneos, que estava parada há 11 anos e compreende 2.450 mil hectares. Para a conclusão da obra serão destinados R$ 54 milhões, com a expectativa de gerar 17 mil empregos e colocar o estado entre os maiores produtores de fruticultura orgânica do país.

“Nós naturalmente temos as maiores dificuldades, mas o interesse é quando nós decidimos retornar essa obra praticamente 11 anos com ela parada. Nós estamos fazendo aquilo que o Brasil precisa, porque convenhamos, um dos fatores fundamentais para o nosso país e para pessoa humana, é exatamente o emprego. Ao todo, 17 mil empregos serão gerados com essa obra, então nós estamos cumprindo uma função social”, declarou o presidente.

Michel Temer falou sobre geração de empregos com assinatura de obra no Piauí (Foto: Kairo Amaral/G1 PI)

Michel Temer falou sobre geração de empregos com assinatura de obra no Piauí (Foto: Kairo Amaral)

 

A solenidade contou com a presença do presidente da Codevasf, Avelino Neiva, do senador José Amauri, do vice-presidente do Banco do Brasil, José Eduardo, e do ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua. Pela manhã, Michel Temer entregou a terceira e última estação de bombeamento do Eixo Norte (EBI-3)do Projeto de Integração do Rio São Francisco.

Obra atrasada

Tabuleiros Litorâneos em Parnaíba (Foto: Reprodução/TV Clube)

Tabuleiros Litorâneos em Parnaíba (Foto: Reprodução/TV Clube)

 

O Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) iniciou a construção dos Tabuleiros Litorâneos no fim da década de 80, com 9 mil hectares, com canais de irrigação para pequenos produtores. A primeira etapa ficou pronta mais de 10 anos depois e custou R$ 198 milhões. Já a segunda etapa, na qual já foram gastos R$ 267 milhões, segundo o Dnocs, se arrasta há 11 anos.

A obra dos Tabuleiros Litorâneos foi citada na 35ª fase da Operação Lava-Jato pelos delatores da Odebrech, que relatavam pagar propinas para terem serviços aprovados. O projeto era chamado de ‘Cauvário’, mesmo com o acerto de 3% de propina, os pagamentos do governo para projeto era irregulares, mas não dava para ter ninguém atrapalhando a obra, por esse motivo a Odebrech pagou R$ 800 mil de propina para o ex-diretor do departamento responsável pela obra, José dos Santos Rufino.

Fonte: G1

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